quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Gestar/Tamandaré Pernambuco

Relatório do 21º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP2, unidade 05, realizado em 06 de novembro de 2009, na biblioteca da Escola Almirante no município de Tamandaré- PE formadora: Gênair Vitor Silva de Ataide

Iniciamos o encontro distribuindo a pauta em seguida fizemos a leitura. Damos as boas vindas aos professores cursistas e falamos da alegria em tê-los por algumas horas para trocarmos ideias e experiências sobre Língua Portuguesa. Em seguida realizamos a socialização da lição de casa. A maioria dos professores cursistas realizou a atividade da página 17, TP1, unidade 1 modificando as estratégias, levou para a sala de aula o gênero diálogo. Fizeram a leitura expressiva, mostrando para seus alunos a linguagem oral com sua entonação, espontaneidade e sobre a internalização da língua materna que acontece no momento de interação, mostraram o discurso direto e proporam atividade de produção sobre o discurso direto. Apenas um professor cursistas trabalhou a atividade na íntegra propondo aos alunos a dramatização da crônica: Retrato de velho de Carlos Drummond de Andrade mostrando para os alunos a variação linguística levando em conta a faixa etária de idade. E outro professor trabalhou a atividade da página 23, TP1, unidade 1, elaboração do “dicionário dos Jovens” para mostrar à variação linguística, as gírias e os dialetos usados sempre pelos jovens. Ainda dentro da atividade discutiram sobre as variações linguística geográficas, as diferenças dos vocábulos de região para região. Em seguida fizemos a reflexão: “Não se justifica tratar o ensino gramatical desarticulado das práticas de linguagem. E o caso, por exemplo, da gramática que, ensinada de forma descontextualizada, que só serve para ir bem na prova e passar de ano, há ou não necessidade de ensinar gramática. Mas essa é uma falsa questão: a questão verdadeira é o que, para que e como ensiná-la... (PCN Língua Portuguesa p.28). Após a discussão sobre o estudo gramatical fizemos a leitura compartilhada da carta da professora Maria Antonieta Antunes Cunha dirigida aos professores cursistas, citamos os objetivos: Caracterizar a gramática interna e o ensino produtivo; caracterizar a gramática descritiva e o ensino reflexivo; caracterizar a gramática normativa e o ensino prescritivo e logo abordamos o tema do encontro: Gramática: seus vários sentidos. Dando continuidade lemos a conversa transcrita entre uma criança de dois anos e nove meses, sua avó e sua babá. Atividade 2, TP2, Unidade 5. Fizemos uma discussão sobre como é fundamental no ensino-aprendizagem a consideração dessa gramática interna: o trabalho com a língua não só tem de partir dela, como tem de procurar ampliá-la. A primeira orientação do professor de Língua Portuguesa deve ser, portanto no sentido de criar as oportunidades para que os alunos ampliem cada vez mais seus usos da língua, nas mais variadas situações sociocomunicativas. Por isso sugerimos aos cursistas o trabalho em sala de aula com textos dos diversos gêneros, dos próprios alunos ou alheios, atividades de produção e de reorganização de textos, de transposição didática de dialetos e registros que são formas essenciais desse tipo de ensino-aprendizagem da língua chamado produtivo, que procura sobretudo desenvolver a competência do aluno. Em seguida passamos para o texto publicitário p. 19, TP 2, fizemos a observação das imagens, leitura e chegamos a que os usuários da língua a usa em diferentes situações específicas de comunicação. E aconselhamos os cursistas a fazerem uma reflexão sobre os usos das práticas discursivas que são também práticas sociais ou práticas culturais e sugerimos o trabalho de interpretação de textos e o de refacção de textos possibilitando aos alunos melhor expressão num determinado momento de comunicação. Em seguida falamos da gramática normativa ligada as regras de uso de norma culta da língua tem formas escritas e formas orais. E finalizamos o encontro dizendo para os professores cursistas que devemos trabalhar com a gramática contextualizada, ensinando o que é significativo para o aluno e todo ensino deve começar pelo texto, proporcionando-lhes diversas possibilidades de interação para que o aluno perceba que a língua é viva e dinâmica e que, a norma culta é apenas uma das variedades de língua materna.

Língua Portuguesa: Sugestão de sites

1.Atlas Lingüístico do Brasil
http://www.alib.ufba.br/programas.asp

2.corpus representativo da língua portuguesa no século XIX.
http://www.linguaportuguesajf.com.br/

3.Persée
http://www.persee.fr/
Site público com algumas das principais revistas francesas de linguística (todos os números e edições integrais)

4.Estudos Enunciativos da Linguagem

Site do grupo desenvolvido junto à UFRGS, e coordenado pelos professores Dr. Valdir
do Nascimento Flores e Dra. Carmem Luci da Costa Silva.

http://www6.ufrgs.br/eenunciativos/
5.O Projeto Vertentes do Português Rural do Estado da Bahia
http://www.vertentes.ufba.br/
6. Journal of Portuguese Linguistics
http://www.fl.ul.pt/revistas/JPL/JPLweb.htm
7.Site de Psicolingüística
http://www.fcsh.unl.pt/psicolinguistica/index.htm

8.Instituto Brasileiro de Fluência - IBF

Site: http://www.gagueira.org.br
9.Forma Livre
Blog de Lingüística

http://www.formalivre.com/


10.Biblioteca Virtual das Ciências da Linguagem no Brasil
http://www.labeurb.unicamp.br/bvclb/pages/home/lerPagina.bv?id=1


11.CAMINHOS DA LÍNGUA
Caminhos da Língua - o portal da língua brasileira

http://www.caminhosdalingua.com/


12.SOLETRAS
http://www.filologia.org.br/soletras/

SOLETRAS é a Revista do Departamento de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, locado na Faculdade de Formação de Professores (Campus de São Gonçalo), nascida no segundo semestre do ano 2000, juntamente com a criação da Coordenação de Publicações e sua periodização é semestral, com o primeiro número a ser publicado até o final do primeiro período letivo do ano acadêmico da universidade (junho ou julho) e o segundo no final do segundo período (novembro ou dezembro).


13.Enduring VoicesSaving Disappearing Languages
Nearly 80 percent of the world's population speaks only one percent of its languages. When the last speaker of a language dies, the world loses the knowledge that was contained in that language. The goal of the Enduring Voices Project is to document endangered languages and prevent language extinction by identifying the most crucial areas where languages are endangered and embarking on expeditions to:

http://www.nationalgeographic.com/mission/enduringvoices/

14.Linguistics Calendar
http://www.ling.su.se/staff/parkvall/Calendar.html

15.SALA - Sociedade de Lingüística Aplicada
http://www.sala.org.br/site/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1

16.Linguateca
O objectivo da Linguateca, um centro de recursos -- distribuído -- para o processamento computacional da língua portuguesa
http://www.linguateca.pt/

17.Observatório da Língua Portuguesa
O primeiro passo no processo de criação da CPLP foi dado em São Luís do Maranhão, em Novembro de 1989, por ocasião da realização do primeiro encontro dos Chefes de Estado e de Governo dos países de Língua Portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe -, a convite do Presidente brasileiro, José Sarney. Na reunião, decidiu-se criar o Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), que se ocupa da promoção e difusão do idioma comum da Comunidade.
http://www.observatoriolp.com/

18.Português do Brasil

http://www.portuguesdobrasil.net/

19.ReVEL
A Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL - é uma publicação totalmente eletrônica (acessível exclusivamente através da Internet), sem fins lucrativos, que visa à divulgação do conhecimento científico acerca dos estudos lingüísticos, especialmente do Brasil. A ReVEL é a primeira revista de Lingüística exclusivamente on-line com periodicidade regular no Brasil.

http://www.revel.inf.br/

20.Language Bar
Blog gaúcho de Lingüística

http://languagebar.blogsome.com/

21.iLoveLanguages!

iLoveLanguages is a comprehensive catalog of language-related Internet resources. The more than 2400 links at iLoveLanguages have been hand-reviewed to bring you the best language links the Web has to offer. Whether you're looking for online language lessons, translating dictionaries, native literature, translation services, software, language schools, or just a little information on a language you've heard about, iLoveLanguages probably has something to suit your needs.


http://www.ilovelanguages.com/

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Rosa Maria Olímpio

Rosa é a lagoa serena cantada nos versos de Bandeira.

Rosa tem a infinita sabedoria do mar
concentrada na lagoa límpida e transparente.
Rosa brilha como a lagoa ao sol.
Passa conhecimento, afeto, sabedoria...
Rosa,ficará para sempre a matar nossa sede de conhecimento e de afeto.
Jamais a esqueceremos, nossa flor cor de rosa, nossa flor de amor.

Meu carinho,

Janete/Escada Pernambuco

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Queridos professores pernambucanos!

Nosso Seminário de Avaliação foi realmente um sucesso!
Tal qual eu havia acreditado desde nosso primeiro encontro!
Trabalhar com professores competentes, criativos e afetuosos
como vocês, foi um presente valioso em minha vida profissional
e como ser humano.
Aprendi muito com a ternura de vocês!
Foram momentos de emoção e troca de experiências fascinantes
na arte de educar!

Meu carinho e meu respeito!
Rosa Maria

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Professor

Meus queridos,

Todos os dias são nossos. O exercício de educar é tarefa diária.
Porém hoje vamos juntos agradecer o especial talento do qual fomos
dotados!
Sigamos desenhando nosso caminho com as cores e as formas
ditadas pelo amor.



" Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais..." (Rubem Alves)

Afetuoso abraço,
Rosa Maria

terça-feira, 13 de outubro de 2009

SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO

Queridos formadores



Está se aproximando a data de nosso encontro.Nos encontraremos nos dias 22 e 23 de outubro. Somente agora obtive as informações sobre os passos a serem cumpridos no Seminário de Avaliação para repassá-las a vocês, pois dependíamos de dados da organização local.

Serão dois dias de avaliação e não mais de formação, como nas semanas anteriores. Portanto, não teremos mais curso e sim as apresentações de vocês. Para a certificação, farei a mediação das apresentações e a avaliação do que foi solicitado ao longo do ano.

Para isso, vocês devem levar o resultado do que produziram com os cursistas. Isso pode ser em formato de banner, cartaz, powerpoint, etc.

Lembrem-se de que cada formador/coordenador terá APENAS 20 minutos para a exposição oral do que sintetizou para o evento. O uso desse tempo será também objeto de avaliação, pois a habilidade de síntese e a escolha do recurso para a apresentação farão parte do processo avaliativo.

No seminário, vocês deverão levar seus portfólios, com tudo que fizeram até esse dia: aulas preparadas, orientação dos projetos, resultados nas escolas dos seus cursitas, projetos dos cursistas, problemas, fracassos, sucessos, etc, além da biografia, memorial de leitor e auto-avaliação. Assim comprovarão que :

i) executaram as oficinas,

ii) recolheram e avaliaram o produto dos cursistas com relação às lições de casa e

iii) orientaram o projeto do cursista, que deverá ser apresentado como produto no final do programa ao formador, que, por sua vez, nos apresentará como fruto do seu trabalho de orientação.

Lembro que o portifólio pode ser apresentado em formato digital do tipo blog, em CD, DVD ou impresso e é ele que será avaliado acima de tudo.

Caso haja espaço para atividade coletiva, a tarde do segundo dia será destinada para apresentações em conjunto com a Matemática.

Podemos fazer um momento de confraternização e troca de lembranças em um amigo secreto sorteado na hora. Para isso, levem algo para presentear um colega. Algo que lembre sua cidade, por exemplo.

Podemos também fazer uma mostra de trabalhos significativos. Não se esqueçam das câmeras fotográficas para registrarmos esse momento.

Caminhemos! Se houver dúvidas, me escrevam!

Estou certa de que se o Gestar tem sido um sucesso anunciado e se chegamos até aqui é porque vocês vêm conduzindo, em seus municípios, um dos programas de Educação mais efetivos do MEC, por isso estou ansiosa para ouvir os depoimentos e conhecer um pouco mais de seus cursistas e alunos.


Um grande abraço,
Rosa Maria
Relatório do 19º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP1, unidade 03, realizado em 09 de outubro de 2009, na biblioteca da Escola Almirante no município de Tamandaré- PE formadora: Gênair Vitor Silva de Ataide

Iniciamos o encontro distribuindo a pauta. Em seguida fizemos a leitura. E logo após passamos para socialização do avançando na prática que será sobre a produção textual: planejamento, produção, revisão e edição. Para fazer a revisão textual os professores cursistas desenvolveram várias transposições didáticas. Uns fizeram a revisão coletiva, outros trocaram as atividades entre os alunos e cada aluno revisou o texto do outro colega, três professores da escola Amália Macário não conseguiram realizar a atividade com sucesso, vão precisar fazer novas transposições didáticas para melhorar o trabalho de revisão de texto. A maioria optou pela revisão com os textos produzidos pelos próprios alunos. Apenas uma professora levou um texto jornalístico com o título: Parabéns, Rio! Do Diário de Pernambuco. Fez a leitura, discutiu com os alunos sobre a importância do Rio de Janeiro sediar as Olimpíadas em 2016 e, propôs que eles produzissem um texto paráfrase. A cursista afirmou que teve êxito na atividade proposta com os alunos. Eles conseguiram elaborar o texto paráfrase. Em seguida passamos para a reflexão: Toda educação comprometida com o exercício da cidadania precisa criar condições para que o aluno possa desenvolver sua competência discursiva, deve a escola organizar as atividades curriculares relativas ao ensino-aprendizagem da língua e da linguagem. Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser o texto. (Parâmetros Curriculares Nacionais p.23 língua portuguesa). Após a reflexão, fizemos uma leitura compartilhada da carta da professora Maria Antonieta Antunes Cunha aos professores cursistas e discutimos muito o trecho: “O ensino-aprendizagem apoiado no texto é, hoje quase um consenso nos estudos de linguagem. É que, nos estudos mais recentes, não só o conceito de texto se ampliou muito, como também se modificou significativamente o entendimento sobre os elementos a se enfatizarem no trabalho com textos”. Dando continuidade, citamos os objetivos do encontro: Conceituar texto; Indicar as razões do estudo prioritário de textos no ensino/aprendizagem de línguas; reconhecer os diferentes pactos de leitura dos textos. Em seguida, abordamos o tema do encontro: O texto como centro das experiências no ensino da língua. E passamos para a pergunta Afinal, o que é texto? Para responder essa pergunta fizemos uma leitura compartilhada com discussão das páginas 98 a 100. TP1 unidade 3 e os professores cursistas responderam as atividades 1 e 2 e compartilharam as respostas com o grupo. Em seguida, analisamos a atividade 3 p. 101 TP1, unidade 3 e elencamos os conteúdos que seriam possíveis estudá-los baseado nessa frase. Depois passamos para a atividade 4 p. 101. Uma transcrição de um texto oral e verificamos as marcas do registro informal. Dando continuidade, por que trabalhar com textos e logo fizemos a leitura do trecho dos Parâmetros Curriculares Nacionais de língua portuguesa p. 23 e vimos que o texto é a unidade básica do ensino da língua e que ele deverá ser a base de todas as atividades de linguagem. A capacidade do uso da linguagem deve desenvolver-se nas suas quatro “fases”: ouvir, falar, ler e escrever, o segundo ponto importante é que os textos devem ser bastante diversificados e por último é que o texto deve está em sala de aula aguçando o olhar dos alunos para uma leitura dada vez mais sensível e crítica. Depois, sugerimos aos cursistas que levassem para a sala de aula o texto: Porã de Antônio CHOLFELDT, porque esse texto sugere a discussão de algumas questões fundamentais: O preconceito, a violência e a função social da escola. Por último abordamos os pactos de leitura que são as diversas razões para que lemos, que tudo depende dos nossos objetivos, atitudes e expectativas. Finalizamos o encontro passando a lição de casa.
Relatório do 19º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP1, unidade 03, realizado em 09 de outubro de 2009, na biblioteca da Escola Almirante no município de Tamandaré- PE formadora: Gênair Vitor Silva de Ataide

Iniciamos o encontro distribuindo a pauta. Em seguida fizemos a leitura. E logo após passamos para socialização do avançando na prática que será sobre a produção textual: planejamento, produção, revisão e edição. Para fazer a revisão textual os professores cursistas desenvolveram várias transposições didáticas. Uns fizeram a revisão coletiva, outros trocaram as atividades entre os alunos e cada aluno revisou o texto do outro colega, três professores da escola Amália Macário não conseguiram realizar a atividade com sucesso, vão precisar fazer novas transposições didáticas para melhorar o trabalho de revisão de texto. A maioria optou pela revisão com os textos produzidos pelos próprios alunos. Apenas uma professora levou um texto jornalístico com o título: Parabéns, Rio! Do Diário de Pernambuco. Fez a leitura, discutiu com os alunos sobre a importância do Rio de Janeiro sediar as Olimpíadas em 2016 e, propôs que eles produzissem um texto paráfrase. A cursista afirmou que teve êxito na atividade proposta com os alunos. Eles conseguiram elaborar o texto paráfrase. Em seguida passamos para a reflexão: Toda educação comprometida com o exercício da cidadania precisa criar condições para que o aluno possa desenvolver sua competência discursiva, deve a escola organizar as atividades curriculares relativas ao ensino-aprendizagem da língua e da linguagem. Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser o texto. (Parâmetros Curriculares Nacionais p.23 língua portuguesa). Após a reflexão, fizemos uma leitura compartilhada da carta da professora Maria Antonieta Antunes Cunha aos professores cursistas e discutimos muito o trecho: “O ensino-aprendizagem apoiado no texto é, hoje quase um consenso nos estudos de linguagem. É que, nos estudos mais recentes, não só o conceito de texto se ampliou muito, como também se modificou significativamente o entendimento sobre os elementos a se enfatizarem no trabalho com textos”. Dando continuidade, citamos os objetivos do encontro: Conceituar texto; Indicar as razões do estudo prioritário de textos no ensino/aprendizagem de línguas; reconhecer os diferentes pactos de leitura dos textos. Em seguida, abordamos o tema do encontro: O texto como centro das experiências no ensino da língua. E passamos para a pergunta Afinal, o que é texto? Para responder essa pergunta fizemos uma leitura compartilhada com discussão das páginas 98 a 100. TP1 unidade 3 e os professores cursistas responderam as atividades 1 e 2 e compartilharam as respostas com o grupo. Em seguida, analisamos a atividade 3 p. 101 TP1, unidade 3 e elencamos os conteúdos que seriam possíveis estudá-los baseado nessa frase. Depois passamos para a atividade 4 p. 101. Uma transcrição de um texto oral e verificamos as marcas do registro informal. Dando continuidade, por que trabalhar com textos e logo fizemos a leitura do trecho dos Parâmetros Curriculares Nacionais de língua portuguesa p. 23 e vimos que o texto é a unidade básica do ensino da língua e que ele deverá ser a base de todas as atividades de linguagem. A capacidade do uso da linguagem deve desenvolver-se nas suas quatro “fases”: ouvir, falar, ler e escrever, o segundo ponto importante é que os textos devem ser bastante diversificados e por último é que o texto deve está em sala de aula aguçando o olhar dos alunos para uma leitura dada vez mais sensível e crítica. Depois, sugerimos aos cursistas que levassem para a sala de aula o texto: Porã de Antônio CHOLFELDT, porque esse texto sugere a discussão de algumas questões fundamentais: O preconceito, a violência e a função social da escola. Por último abordamos os pactos de leitura que são as diversas razões para que lemos, que tudo depende dos nossos objetivos, atitudes e expectativas. Finalizamos o encontro passando a lição de casa.
Relatório do 18º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP1, unidade 02, realizado em 02 de outubro de 2009, na biblioteca da Escola Almirante no município de Tamandaré- PE formadora: Gênair Vitor Silva de Ataide

Iniciamos o encontro distribuindo a pauta, em seguida fizemos a leitura. Depois, realizamos a socialização do avançando na prática referente a textos argumentativos. Os cursistas afirmaram que não tiveram dificuldade na realização dessa atividade. Eles iniciaram as atividades levando para os alunos textos argumentativos usados no nosso dia-a-dia, como por exemplo: propaganda, panfletos da compesa e da secretaria de saúde e também trabalharam antes essa tipologia textual levando o texto: coma bem e viva mais TP6, p. 20 ou outros textos produzidos nas oficinas do Gestar II. Fizeram a transposição didática identificando a tese e seus argumentos. A maioria dos professores cursistas realizou a atividade proposta da p. 39, TP6. Os textos produzidos pelos alunos foram individual, dupla e até em equipe. Os temas abordados foram: água, lixo, meio ambiente, violência, entre outros. A atividade levou de duas a quatro horas/aulas. Apenas uma professora trabalhou o texto: Por que a escola é de vidro de Ruth Rocha, ela fez a leitura do texto em voz alta, depois foi lendo juntos com os alunos e sublinhando os argumentos. Em seguida, os alunos elegeram a ideia global do texto que eles iriam produzir. “Escola Nova” e produziram seus textos. A maioria das produções foi o gênero redação escolar. Dando continuidade, passamos para a reflexão: para cumprir bem a função de ensinar e a língua padrão, a escola precisa livrar-se de vários mitos: o de que existe uma forma “correta” de falar, e de que a fala de uma região é melhor do que a de outras, o de que a fala “correta” é a que se aproxima da língua escrita, o de que o brasileiro fala mal o português, o de que o português é uma língua difícil, o de que é preciso “consertar” a fala do aluno para evitar que ele escreva errado. (PCN de língua portuguesa p.31). Após a discussão, fizemos uma leitura compartilhada da carta da professora Maria Antonieta Antunes Cunha dirigida aos professores e discutimos o trecho “a língua, por ser um sistema aberto, possibilita uma enorme variedade de usos, e que as variantes podem ser de duas naturezas: a que apresenta as marcas comuns a um dado grupo (os dialetos) e a que é realizada pelo sujeito, em cada ato individual e momentâneo da língua (os registros). Logo após a discussão conversamos muito sobre o respeito que o professor deve ter em relação a língua materna aquela aprendida na comunidade e os equívocos que a escola comete em impor muitas vezes a norma culta. Lemos os objetivos do encontro: caracterizar a norma culta; caracterizar a linguagem literária; caracterizar a língua oral e a língua escrita e logo abordamos o tema do encontro: variantes linguísticas: desfazendo equívocos. Passamos para a leitura compartilhada e fomos discutindo parágrafo por parágrafo do texto: A norma culta pp. 58, 59 e 60. Os professores cursistas responderam a atividade 1 TP 1, unidade 2 p.59. após a discussão sobre a norma culta passamos para a leitura do texto: Caso de vestido de Carlos Drummond de Andrade. Comentamos sobre a organização do poema que é dísticos com estrofes de apenas dois versos. Comparamos com a literatura de Cordel e as músicas populares. Logo abordamos modalidades da língua, comentamos com os cursistas que todas as nossas interações verbais se dão por meio da língua, realizam-se forçosamente em textos. Isto significa que nós vivemos rodeados de textos desde que acordamos até a hora que vamos dormir, falas e escritas mais ou menos complexos nos envolvem. E mostramos as duas modalidades da língua (oralidade e a escrita). A oral e a modalidade natural, a escrita e a modalidade artificial e lemos o texto: Sexa de Luis Fernando Veríssimo e comparamos com outros textos que abordam coisa que nos deixam inquietos, como por exemplo o feminino de cupim. E também discutimos sobre a presença dos interlocutores estabelecendo as marcas da oralidade. Finalizamos o encontro pedindo aos cursistas que fizessem uma leitura do texto: A escrita, por sua vez, tem características bem distintas da oralidade. TP1, unidade 2 p. 82.
Relatório do 17º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP1, unidade 01, realizado em 25 de setembro de 2009, na biblioteca da Escola Almirante no município de Tamandaré- PE formadora: Gênair Vitor Silva de Ataide

Iniciamos o encontro distribuindo a pauta, e em seguida fizemos uma leitura. Depois, fizemos uma reflexão baseada no texto antigamente de Carlos Drummond de Andrade onde refletimos que a língua é um sistema aberto que algumas palavras “nascem” e outras “morrem” e esse processo chamamos de neologismos e o último de arcaísmo, também discutimos sobre as variações linguísticas que levamos em conta o espaço geográfico, a faixa etária de vida e a cultura de um determinado grupo social. Dando continuidade, fizemos uma leitura compartilhada da carta escrita pela professora Antonieta Antunes Cunha dirigida aos professores cursistas e discutimos o seguinte trecho: “Pois é a partir dessas condições sociais e históricas em que se dá cada intervenção, definindo modos diferentes de uso da língua. Após a discussão, dissemos os objetivos do encontro: relacionar língua e cultura; identificar os principais dialetos do Português; identificar os principais registros do português e logo abordamos o tema do encontro: variantes linguísticas: dialetos e registros. Fizemos a leitura do texto: Retrato de velho de Carlos Drummond de Andrade que além das questões linguísticas, o texto de imagem retrata bem essa época em que o conto narrativo foi transformado em Crônica, por ser composição curta e voltada para os acontecimentos do cotidiano que muitas vezes, a crônica tem um tom de humor. Todas essas características tem a ver com o fato de a crônica aparecer inicialmente em jornais e revistas. E logo chegamos ao conceito de cultura, discutimos sobre globalização, valores e costumes. Passamos a abordar dialetos e lemos o texto: Ciúme de Lygia Bojunga Nenes, também por necessidade revisamos com os cursistas as estratégias de leitura (seleção, antecipação, inferência, verificação) que estão nos Parâmetros Curriculares Nacionais p. 69. Comentamos ainda sobre a linguagem da criança, gírias usadas pelos jovens e até a linguagem da internet, daí passamos para a leitura sobre noção de Norma TP1 pp. 23, 24, 25. Em seguida, abordamos registro e sua classificação e passamos a discutir o uso adequado e inadequado da língua. Finalizamos o encontro afirmando que como cada intervenção é única, podemos avaliar a adequação do registro na situação específica em que ocorreu.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

RELATÓRIO – Município de Petrolina – GESTAR II LÍNGUA PORTUGUESA

"Leitura é, basicamente, o ato de perceber e atribuir significados através de uma conjunção de fatores pessoais com o momento e o lugar, com as circunstâncias. Ler é interpretar uma percepção sob as influências de um determinado contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma compreensão particular da realidade" (p. 22).

No dia 25 de setembro de 2009, das 7h às 13h , na Universidade Federal do Vale do são Francisco de Petrolina-PE, aconteceu o décimo encontro entre professores de Língua Portuguesa do GESTAR II. Esse encontro teve como objetivo a discussão sobre o tema: Literatura para adolescentes- Unidade 24 - TP 6 e o reconhecimento do papel de cada professor na tomada de consciência sobre a formação de alunos leitores que cada um realiza no cotidiano da sala de aula.
Inicialmente, a acolhida foi feita com uma dinâmica de leitura a partir da música LIVROS de Caetano Veloso, em que os professores a partir de reflexões sobre o processo de leiturização dos estudantes participaram ativamente da atividade de descoberta das palavras que encaixavam no texto com o objetivo de iniciar a discussão sobre a unidade do TP. Mediante a isso, procurou-se neste estudo reunir, na sua fundamentação, questões teóricas de diversas fontes sobre leitura e escrita de textos, bem como sobre outras questões relativas à textualidade, gêneros textuais, motivação e letramento que são necessárias para poder dá consistência a essa reflexão pedagógica.
Ressalta-se, porém, que este encontro trouxe idéias práticas, não eximindo a leitura das obras originais e discussões teóricas consultadas. Pelo contrário, esperou-se que essas oficinas trazidas sirvam de estímulo para a busca às fontes. De modo algum foi pensado em passar receitas prontas, mas tentando servir como uma espécie de "LEITURA DELEITE" para trabalhos com diversos gêneros textuais em sala de aula.
Entre vários problemas estruturais já tão denunciados pelas pesquisas e estudos realizados, ressaltou-se a questão da formação docente como um dos principais entraves a uma prática educativa de qualidade, especialmente no que se refere ao ensino da leitura. Entende se que, ainda que todos os quesitos ideais necessários a uma prática de ensino da leitura fossem efetivados na escola, indispensável seria a presença de professores leitores, que sentissem prazer na leitura, que fossem bem informados e que tivessem apoio nos projetos pedagógicos.
Logo em seguida, foi feita uma explanação sobre a LEITURA, dados científicos sobre esse processo e propusemos um teste de leitura com palavras científicas e técnicas, numa perspectiva de discutirmos essa eixo da Língua Portuguesa e, particularmente, a importância da literatura na formação pessoal e intelectual do ser humano. Este momento foi enriquecido com a LOTERIA POÉTICA, uma dinâmica que possibilitou inferir informações e sentidos de palavras e expressões a partir de conceitos científicos e do poema “Navio Negreiro – Castro Alves”.
Depois de realizada as oficinas, fizemos a leitura dramatizada da história em quadrinhos de Chico Bento - O orador da turma – e os professores participaram da atividade proposta pelo AAA6 do aluno pág. 89 com o jogo do POLAS. Vale ressaltar, que a sugestão da oficina foi feita através de uma trilha da leitura, na qual selecionamos vários livros conhecidos pelo grupo e produzidos no cinema e organizamos um painel com os títulos, o papel dos professores era jogar o dado e ler uma sinopse e descobrir qual era o filme ou livro. A partir dessa apresentação, pudemos discutir a qualidade da obra e sua adaptação para o cinema, compreendendo-se também que a oficina pretendia desenvolver atividades que convergem para ações voltadas diretamente para alunos e professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental.
Assim, este encontro definiu como importante o cultivo do espaço da biblioteca, através de projetos de Leitura, Literatura e Educação, como lugar onde a prática de leitura não esteja restrita à pesquisa e consulta, mas voltada para a satisfação de necessidades mais amplas do ser humano (culturais, afetivas, estéticas, etc.); Estimular o uso da literatura infantil como elemento essencial para a formação do leitor nas séries iniciais; Estimular o trabalho com a oralidade no texto literário, aproveitando o universo infantil para as várias possibilidades de leitura; Formar o professor do ensino fundamental como contador de histórias e criar conjuntamente metodologias que proporcionem a formação do gosto; Acompanhar e orientar o trabalho desenvolvido por professores em sala de aula; Disseminar e multiplicar as metodologias para formação do leitor; Habilitar o aluno para consulta em bibliotecas (conhecimento de regras de funcionamento, cuidados com acervo, procedimentos para inscrição, consulta e/ou retirada de trabalhos, etc.). De acordo com Zilberman (2003, p.30):"... o uso do trabalho na escola nasce, pois, de um lado, da relação que se estabelece com seu leitor, convertendo-o num ser crítico perante sua circunstância..."
A segunda etapa da oficina, ficou reservada para as socializações do AVANÇANDO NA PRÁTICA e os professores apresentaram seus trabalhos com materiais pedagógicos, fotos e produções dos alunos, essa proposta torna-se fator fundamental na aquisição do hábito da leitura e formação do leitor, pois mesmo com orientações os docentes conseguem avançar nas sugestões, os quais guiadas por diferentes objetivos, produzem efeitos diferentes, que enriquecem as apresentações e o material didático.
Torna-se imprescindível, como se vê criar no ambiente pedagógico um clima favorável à leitura, marcado por interações abertas e democráticas. Interações que vão permitir muitas leituras de um mesmo texto, por sujeitos que têm histórias, competências, interesses, valores e crenças diferentes. Ao professor cabe reconstruir com seus alunos a trajetória interpretativa de cada um, buscando compreender a construção de cada sentido apontado.


BIBLIOGRAFIA:
SOUZA, Renata Junqueira de. Narrativas Infantis: a literatura e a televisão de que as crianças gostam. Bauru: USC, 1992.
ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 11. ed. São Paulo: Global, 2003.

GESTAR Seminário de Avaliação!

Meus amados professores Formadores do GESTAR de Pernambuco!

Nosso Seminário de Avaliação acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro.
Aguardo ansiosa o resultado do trabalho de vocês, de seus professores cursistas e dos alunos.
A interação entre os pares que atuam na arte de educar são momentos ricos de aprendizagem e de reflexão!

Abraço e até mais!

Rosa Maria

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Preconceito Linguístico

Relatório do GESTAR II - Petrolina/PE –

A IX oficina do GESTAR foi vivenciada na UNIVASF com o tema “ Produção textual:planejamento, produção, revisão e edição; fundamentando os argumentos na reflexão sobre os usos comunicativos da escrita e sua reflexão sobre o desenvolvimento de habilidades sobre as etapas do processo de produção escrita. Essa oficina além de discutir a importância do eixo de produção, tinha como objetivo discutir práticas de alternativas , inseridas numa diversidade de situações. Tem-se percebido uma certa dificuldade por parte dos professores de Português para realizarem seu trabalho num momento em que a tônica no ensino de língua materna vem sendo o texto. Com o intuito de tentar colaborar com esses professores, nesta oficina procura-se mostrar o ensino de Português como elemento consciente de interação social — visando ao uso, portanto. Esse ensino deve ter como objetivo desenvolver e estruturar a competência comunicativa do aluno, capacitando-o a “usar melhor” sua língua não só como aperfeiçoamento, correção e aquisição de estruturas, mas também, e principalmente, como adequação do ato verbal às situações de comunicação. Para que o aluno domine conscientemente a linguagem, a escola exerce um papel fundamental. Mas como a língua portuguesa vem sendo ensinada em nossas escolas? Parece que um ensino compartimentado: de um lado, são feitas atividades de sistematização gramatical e, de outro, atividades de redação, leitura e interpretação, que estão relacionadas à operação com a linguagem. Nesse ensino, não há espaço para a reflexão sobre os procedimentos que são usados; sobre como se relacionam as unidades da língua, os diferentes enunciados, bem como os textos e seus produtores e/ou receptores; sobre que propósitos os textos têm.
A acolhida foi feita com o significado dos nomes de cada participante, através da leitura compartilhada e das inferências dos grupos. No início da discussão foi apresentado o tema transversal “Diversidade cultural” em consonância com práticas de cultura e expressões corporais como a dança e a música. Para reforçar a discussão de Língua foi trabalhado as funções da linguagem, em que os professores, em duplas, analisaram vários textos e foram encaixando-os na função identificada.
Nesta oficina, apresentou-se um painel com várias imagens e os professores a partir de um roteiro responderam sobre as preferências físicas e psicológicas do personagem escolhido e em seguida foi construído o retrato poético, seguindo a orientação do AAA6 do aluno. A atividade de trabalho com o texto lacunado foi feita com discussões coletivas para que fossem preenchidos os espaços vazados, coerentemente, com os conectivos adequados. Nesse sentido, foram utilizados 3 textos informativos nos grupos e caixinhas contendo fichas com expressões e conectivos para serem utilizados de acordo com a sequência textual.
A partir da sugestão do AAA6- aula 6 – foi entregue nos grupos uma lista de palavras para criação de manchetes diferentes, acrescentando palavras ou expressões que acharem necessárias à coerência desse gênero textual. A próxima etapa, também foi desenvolvida em grupo, no qual receberam envelopes com roteiro do tema, “Carnaval, máscaras e fantasias” para produção de reportagens e manchetes a respeito do tema. A presente sugestão de estudo objetivou potencializar o desempenho linguístico dos professores, no que se refere às habilidades de leitura, de análise textual, de produção textual e aplicação dos conhecimentos acerca da estrutura da língua, no dialeto padrão culto, de modo a facultar-lhes maior autonomia e competência no processo de construção de texto de diferentes tipologias e gêneros, tornando o ambiente escolar uma constante socialização do pensamento

relatórios JOELMA

Relatório do GESTAR II - Petrolina/PE –

A IX oficina do GESTAR foi vivenciada na UNIVASF com o tema “ Produção textual:planejamento, produção, revisão e edição; fundamentando os argumentos na reflexão sobre os usos comunicativos da escrita e sua reflexão sobre o desenvolvimento de habilidades sobre as etapas do processo de produção escrita. Essa oficina além de discutir a importância do eixo de produção, tinha como objetivo discutir práticas de alternativas , inseridas numa diversidade de situações. Tem-se percebido uma certa dificuldade por parte dos professores de Português para realizarem seu trabalho num momento em que a tônica no ensino de língua materna vem sendo o texto. Com o intuito de tentar colaborar com esses professores, nesta oficina procura-se mostrar o ensino de Português como elemento consciente de interação social — visando ao uso, portanto. Esse ensino deve ter como objetivo desenvolver e estruturar a competência comunicativa do aluno, capacitando-o a “usar melhor” sua língua não só como aperfeiçoamento, correção e aquisição de estruturas, mas também, e principalmente, como adequação do ato verbal às situações de comunicação. Para que o aluno domine conscientemente a linguagem, a escola exerce um papel fundamental. Mas como a língua portuguesa vem sendo ensinada em nossas escolas? Parece que um ensino compartimentado: de um lado, são feitas atividades de sistematização gramatical e, de outro, atividades de redação, leitura e interpretação, que estão relacionadas à operação com a linguagem. Nesse ensino, não há espaço para a reflexão sobre os procedimentos que são usados; sobre como se relacionam as unidades da língua, os diferentes enunciados, bem como os textos e seus produtores e/ou receptores; sobre que propósitos os textos têm.
A acolhida foi feita com o significado dos nomes de cada participante, através da leitura compartilhada e das inferências dos grupos. No início da discussão foi apresentado o tema transversal “Diversidade cultural” em consonância com práticas de cultura e expressões corporais como a dança e a música. Para reforçar a discussão de Língua foi trabalhado as funções da linguagem, em que os professores, em duplas, analisaram vários textos e foram encaixando-os na função identificada.
Nesta oficina, apresentou-se um painel com várias imagens e os professores a partir de um roteiro responderam sobre as preferências físicas e psicológicas do personagem escolhido e em seguida foi construído o retrato poético, seguindo a orientação do AAA6 do aluno. A atividade de trabalho com o texto lacunado foi feita com discussões coletivas para que fossem preenchidos os espaços vazados, coerentemente, com os conectivos adequados. Nesse sentido, foram utilizados 3 textos informativos nos grupos e caixinhas contendo fichas com expressões e conectivos para serem utilizados de acordo com a sequência textual.
A partir da sugestão do AAA6- aula 6 – foi entregue nos grupos uma lista de palavras para criação de manchetes diferentes, acrescentando palavras ou expressões que acharem necessárias à coerência desse gênero textual. A próxima etapa, também foi desenvolvida em grupo, no qual receberam envelopes com roteiro do tema, “Carnaval, máscaras e fantasias” para produção de reportagens e manchetes a respeito do tema. A presente sugestão de estudo objetivou potencializar o desempenho linguístico dos professores, no que se refere às habilidades de leitura, de análise textual, de produção textual e aplicação dos conhecimentos acerca da estrutura da língua, no dialeto padrão culto, de modo a facultar-lhes maior autonomia e competência no processo de construção de texto de diferentes tipologias e gêneros, tornando o ambiente escolar uma constante socialização do pensamento

sábado, 12 de setembro de 2009

Queridos formadores,

Caso encontrem algum problema relativo ao cadastro ou aos procedimentos referentes às bolsas, peço-lhes que entrem em contato com gestar@unb.br . e se problema estiver relacionado ao sistema falem com o Prof. Guy guy@unb.mat.br . Nós formadores, ou o coordenador, Prof. Dioney, não temos acesso ao sistema, nem informações detalhadas a esse respeito.
Mas sempre que a dúvida for de ordem pedagógica não deixem de entrar em contato comigo. Se eu não puder responder, encaminharei ao Prof. Dioney que responderá com a atenção de sempre.
Abraços

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana (escritor gaúcho, 30/07/1906 - 05/05/1994)

Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
Louco é quem não procura ser feliz com o que possui.
Cego é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
Paralítico é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético é quem não consegue ser doce.
Anão é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
Miseráveis são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre. "

Aos meus formadores pernambucanos!

A avaliação diagnóstica não será aplicada para posterior envio de resultados ao MEC. Ela é um instrumento do professor em sua sala de aula. Os seus resultados serão computados pelo próprio professor e, a partir deles, esse professor terá condições de saber que tipo de habilidade o seu aluno ainda não possui. Mais que isso, no caderno de orientações, que a senhora receberá até fins de setembro provavelmente, haverá um conjunto de orientações sobre cada questão, cada item, cada erro, cada acerto, de modo que o professor poderá usar o próprio material do gestar para atingir melhores resultados.
Neste momento, o professor pode (não é obrigado, portanto) aplicar a avaliação diagnóstica em suas turmas e contabilizar os acertos e erros mais comuns. Depois, após receber o caderno, poderá interpretar melhor os resultados e tomar atitudes que favoreçam o crescimento dos seus alunos.
Enfatizo que essa avaliação não tem caráter obrigatório e nem classificatório ou algo do gênero. É um instrumento do professor e de sua sala de aula apenas.
Um cordial abraço,

Prof. Dr. Dioney Gomes
Coordenador Nacional Gestar II - Língua Portuguesa

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Relatório GENAIR

Relatório do 8º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP4, unidade 16, realizado em 17 de julho de 2009, na biblioteca da Escola Almirante no município de Tamandaré- PE formadora: Gênair Vitor Silva de Ataide

Iniciamos o encontro distribuindo a pauta de trabalho, em seguida lemos a pauta e começamos com a socialização da lição de casa onde três professores não conseguiram realizar por causa do período de recuperação parcial determinado pela Secretaria de Educação do município, porém a grande maioria lançou o experimento em sala de aula, logo cada professor cursista foi relatando sua prática em sala de aula, a maioria fizeram o avançando na prática das páginas 97 a 99 do TP4, toda atividade se baseia em um dos poemas mais conhecidos de Carlos Drummond de Andrade “Cidadezinha Qualquer”. O poema fala da cidade de Itabira na época em que o autor nasceu pouco antes de 1930. Alguns professores seguiram a atividade do mesmo jeito proposto pelo avançando na prática, outros modificaram as estratégias e levou seus alunos a comparar uma cidade pequena, uma de médio porte e uma grande metrópole e foram anotando as diferenças entre elas. Alguns professores levaram dois textos, o poema: “Cidadezinha Qualquer” de Carlos Drummond de Andrade que é um texto literário e também poético, e o texto: A cidade de Millôr Fernandes. Em seguida fizeram suas transposições didáticas mostrando a estrutura textual de cada texto e também as diferenças na forma de escrever o mesmo assunto dependendo do gênero textual. Portanto todos os cursistas disseram que seus alunos produziram textos sobre “a cidade” de diferentes gêneros textuais. O tempo de duração dessa atividade foi duas a seis aulas dependendo da turma e também da estratégia usada pelo professor, porque muitos modificaram a atividade proposta adequando a sua turma e ainda vão trabalhar as figuras de linguagem baseada no texto: Cidadezinha Qualquer. Alguns professores trabalharam a atividade da página 41, TP4 fizeram baseado na festa de São Pedro que é o “Padroeiro do Nosso município”, por isso foi fácil de encontrar os materiais didáticos como: fotos, panfletos com programação reportagens e literatura de cordel existente na casa do pescador da cidade e o mais importante foram os alunos produzirem o texto informativo levando em conta todo conhecimento prévio deles, o conhecimento que tem de sua cultura local e logo podemos dizer “se há uma relação entre as práticas de letramento e as práticas de cultura local, essa relação pode ser matéria-prima para a compreensão e interpretação de texto e para produção de escrita”. Dando continuidade falamos sobre a construção do portifólio, damos um material de apoio, tiramos dúvidas fizemos comentários e fornecemos informações pertinentes ao portifólio. Ainda damos um material de apoio com sugestão para elaboração dos relatórios das atividades do “Avançando na prática”. Logo abordamos o tema do nosso encontro: A produção textual – crenças, teorias e fazeres em seguida lemos a Carta introdutória escrita pela professora Silvane Bonaccorsi Barbato, e ainda dissemos que a professora Silvane é Doutora em Psicologia, professora adjunta do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília e é também uma das colaboradoras do GESTAR II, fizemos uma leitura compartilhada sempre discutindo o que nos chamavam mais atenção. Porém discutimos bastante sobre o trecho: “Trabalhar a partir do processo de produção textual, é uma forma de sair da passividade no ensino da escrita, quebrando os ciclos de dificuldades que temos vivido, e motivar nossos alunos a desenvolverem a escrita comunicativa. Depois falamos dos nossos objetivos: Identificar crenças e teorias que subjazem às práticas de ensino da escrita; Relacionar as práticas comunicativas com o desenvolvimento e o ensino da escrita como processo; identificar dimensões das situações sóciocomunicativas que auxiliam no planejamento e na avaliação de atividades de escrita; em seguida lemos os dois poemas para sentirmos como os escritores tratam o Ato de escrever. Eu é que pergunto para a caneta de Gabriel o Pensador e logo respondemos a atividade referente ao poema e, depois lemos o poema: A mão do poeta de Leo Cunha e respondemos apenas as perguntas”. A escola influencia no desenvolvimento dos escritores? Como você ministra suas aulas de redação? Essas perguntas totalmente dirigidas aos professores onde devemos refletir sobre a prática pedagógica de sala de aula. Dando continuidade lemos o texto sobre o ato de escrever é um dom. Realizamos uma discussão e concluímos afirmando que “não há ainda instrumentos metodológicos para determinar se as pessoas nascem com dons específicos para desempenhar esta ou aquela tarefa relacionada com uma profissão... mas todos precisam aprender a escrever para lidar com as diferentes práticas da cultura escrita, estejam elas presentes no nosso cotidiano, ou seja, necessárias ao desempenho de diferentes tarefas relacionadas ao nosso trabalho. Depois lemos o depoimento da escritora Lygia Fagundes Telles dizendo como ela aprendeu a escrever e que as histórias que seus familiares contavam ajudaram muito a se tornar escritora, logo alguns professores cursistas deram também seus depoimentos sobre o ato de contar histórias e ouvir histórias, uma prática muito comum nas famílias de nossa região. Em seguida lemos compartilhadamente as quatros hipóteses importantes que influenciaram a pedagogia da escrita e afirmamos que tudo são fundamentações teóricas que consolidam nossa prática de sala de aula. Ainda falamos sobre o texto: A redação e o dicionário de Lygia Bojunga Nunes que fala se ela fosse para uma ilha deserta e distante levaria um dicionário. Logo os professores poderão levarem esse texto para alunos e explorar a importância do uso do dicionário. Ainda falamos para os professores do texto: E a viagem continua... de Zabota que fala dos costumes da família e que os professores poderão trabalhar esse texto e em seguida pedir aos seus alunos que escreva também um episódio, como narrador uma lembrança, seja fictícia ou real, de um encontro com a família ou amigos mais chegados. Ainda lemos o texto: Intradução de Gabriel o Pensador sobre sua prática de leitura e escrita. Afirmamos que todos esses textos de escritores famosos mostram como eles aprenderam a escrever. E que o espaço privilegiado é a escola, portanto cabe a nós professores desenvolver essas práticas de escrita com funções diferenciadas. Por último falamos do texto jornalístico: Profetas do Sertão miram horizonte para farejar chuva do jornal folha de São Paulo, escrito em 18 de janeiro de 2004, e baseado nesse texto podemos planejar várias atividades de escritas e sugerimos: elaboração de bilhete, carta familiar, carta comercial, reportagens, formulários, ficha de inscrição, recibo. Esses três últimos deverão ser trabalhados com os alunos da EJA, levando em consideração: A função da comunicação, o nível de formalidade, o formato do documento, a sequência de informação, a relevância do conteúdo e a consciência da audiência. Sugerimos que sempre que trabalhar com correspondência abordasse os elementos da comunicação que poderá ser trabalhados em todas as séries de 5ª a 8ª. Finalizamos o encontro passando a lição de casa.
Segue em anexo relatório da socialização da lição de casa do professor cursista, atividades de alunos e fotos do encontro.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

RELATÓRIO DA ABERTURA DO PROGRAMA

1- INTRODUÇÃO



Baseada na concepção sócio-construtivista do processo ensino-aprendizagem, o MEC junto com a UNDIME, SEDUC e UnB – UNIVERSIDADE DE BRASÌLIA criou o Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - GESTAR II, orientado para a criação de uma nova escola, que contemple a complexidade do mundo contemporâneo articulando-o com a educação dos alunos e aprimorando a prática pedagógica e profissional dos educadores.

2- APRESENTAÇÂO


O GESTAR II é um programa de formação continuada semipresencial orientado para a formação de professores de Matemática e de Língua Portuguesa, com objetivo da melhoria do processo ensino-aprendizagem, sendo o foco do programa a atualização dos saberes profissionais por meio de subsídios e de acompanhamento da ação do professor no próprio local de trabalho.



No dia 12 de junho de 2009, no Espaço Cultural de Vicência, no período da manhã, foi realizada a Abertura do Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II, onde compareceram aproximadamente 32 educadores, contamos também com a presença da Secretária de Educação do Município Ceça Costa e as coordenadoras pedagógicas Wanderleia e Josiana Silva. A abertura foi coordenada pelas formadoras do programa Geni Alexandrina e Kely Cristina, também coordenadoras pedagógicas. Houve a participação de Aluízio, vestido de palhaço com recitando um poema sobre o livro.


3- PROGRAMAÇÂO

ü Acolhida: Congresso das flores

Música: Eu quero apenas (Roberto Carlos)

ü Projeção do Documentário: O saber e o sabor


ü Fala da Secretária de Educação: Ceça Costa


ü Apresentação de GESTAR II através de slides (Questionamentos e considerações)


ü Projeção da Mensagem por fotos aos professores

ü Projeção da Mensagem final (O abraço)

ü Lanche

4- COMENTÁRIOS E CONCLUSÃO

Após a apresentação dos objetivos e finalidades do GESTAR II, houve momentos de discussão e socialização de alguns pontos:

ü Disponibilizar materiais para projetos interdisciplinares;

--Trazer o projeto e apresentar para a Secretária apreciar e liberar os materiais necessários.

ü Formação para professores das séries iniciais;

--Formar professores das séries iniciais, principalmente nas áreas de matemática e português.

ü Professores readaptados (trabalho de intervenção);

--Procurar interagir os professores readaptados para ajudar nos projetos interdisciplinares nas escolas, com a parceria dos coordenadores e gestão escolar.


ü Compromisso dos pais;

--Buscar mais a participação dos pais na escola para garantir o compromisso com a educação de seus filhos.

5- CONSIDERAÇÕES FINAIS


A abertura do Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II foi oportuna, pois todos os professores que compareceram, dispuseram-se em contribuir com o programa de forma direta e indiretamente. Esse programa não tem sentido sem a participação do professor, depende de seu trabalho, de sua contribuição como leitor e executor.

Socializando as reflexões e indagações dos professores no final da apresentação, ficaram firmados alguns pontos relevantes que foram discutidos e colocados em pauta para melhor apreciação da Secretária de Educação Ceça Costa.


A formação continuada deve ser compreendida como uma ferramenta de profissionalização capaz de proporcionar aos professores espaços sistemáticos de reflexão conjunta e de investigação, no contexto da escola, acerca das questões enfrentadas pelo coletivo da instituição.

Formadora: Geni Alexandrina da Silva

terça-feira, 28 de julho de 2009

Um trabalho bem feito de uma formadora que acredita no que faz.







Caros professores, Dioney e Rosa Maria


É com muita alegria que mando mais uma vez o nosso Relatório de conclusão do TP 6- unidades 21/22/23 e 24. Vou tentar resumir o máximo que puder.
De volta às aulas depois de um recesso escolar do professor e alunos de 15 dias, trouxe uma Acolhida: Mensagem da Malinha - Esta malinha irá acompanhá-lo (a) em sua feliz caminhada.Nela você encontrará o indispensável kit de sobrevivência. Cada objeto traz uma mensagem de entusiamo, auto-estima e auto-ajuda: elástico, borracha, balinha,estrela, coração, lápis, clip, flor e uma folha de papel, todos os objetos dentro de uma mini malinha.

Dia 16/07 - TP 6 Unidade 21 - Manhã
Conteúdo: Argumentação e Linguagem -Mª. Luiza M.S. Coroa - Tema transversal: Corpo e Saúde - Slide Abra seus olhos. Organizei o documentário : Língua - Vidas em Português, não foi possível porque não tinha as caixas de som, ficando para providenciar na próxima aula. Momento dos lembreteas gerais. Leitura do texto-Argumentação e Linguagem, reflexão.
Como nossa terra é conhecida como a terra dos músicos convidei um músico mirim da Filarmônica da nossa cidade para cantar para os professores, eles ficaram encantados com a desenvoltura do Carlos Eduardo de 8 anos, que também é músico da nossa igreja.
Atividades: Grupo Amor: Levei uma propaganda com um anúncio de relógio com um ator famoso, foco na argumentação, para responder 6 questionamentos, identificando as marcas, tipos e qualidade da argumentação textual.
Grupo Sabedoria: Produzir um texto argumentativo, aproveitando uma festa, chamda Marocas de nosssa cidade com as palavras abaixo, tente convencer o turista a vir participar da festa. festa bandas trio elétrico povo sociedade Belo Jardim comidas bebidas turistas Carro da Pitú
Grupo Paz: Levei um recorte de jornal com uma reportagem sobre o estado de saúde do Vice-presidente e pedi que o grupo criasse um texto, tendo como referência a sua doença e aproveitasse para argumentar como está a saúde no Brasil . Socialização dos trabalhos. Dinâmica para descobrir o quanto nos conhecemos e quem já fez o que no Gestar II em forma de amigo secreto com 10 perguntas.

TP 6 - Unidade 22 Tarde
Conteúdo: Produção Textual: Planejamento e escrita de Silviane Bonaccorsi Barbato leitura e reflexão. Dinâmica da boneca. Leitura de textos poéticos TP 6 páginas 76 e 77. Leitura de imagem de uma propaganda de jornal.
Atividade; Trouxe 3 textos jornalísticos fatiados para cada grupo ordenar seguindo a sequência lógica e argumentação de acordo com as manchetes. Todos relacionados com o tema Corpo e Saúde: 1- Preocupação com dengue aumenta,2- enfermagem: é preciso identificação com área e 3- Rebeca Gusmão suspensa por causa de doping. Revisando o texto e sequência correta, qual grupo acertou mais.

Momento de fazer leitura dos e-mails do Prof. Dioney, Rosinha e Zélia Porto. Iniciar a escrita de uma carta coletiva para o professor Dioney em Brasília. Levar em consideração: relevância de conteúdo, sequência de informação, nível de formalidade, função da comunicação e convenção ( formato)

Dia 24/07 TP 6 -Unidade 23 Manhã
Conteúdo: O processo de produção textual: revisão e escrita de Silviane Bonaccorsi - leitura e reflexão
Acolhida: Leitura do texto: Conto Epistolar. Slide: Dicionário Minerês
Atividades:
Grupo Morango: Elenque as gírias que você conhece! Agora produza um texto empregando as gírias.
Grupo Maçã: Elenque palavras do gênero emergente "Internet", produza um texto usando essa linguagem.
Grupo Limão: Elenque palavras de uso caipira, mas que são usadas em nossa região, produza um texto utilizando as mesmas.
Slide : Hino Nacional Patrocinado. Atividade em 3 grupos. Levei a música: Paralelas de Belchior sem nenhuma pontuação .Entreguei uma chave de correção contendo a quantidade de pontuação existente. Slide- Chico Bento: Coração Caipira. Levei jornais e revistas para observar as seções e fazer um estudo para posterior trabalho do Gestar II. Iniciaremos o rascunho do nosso Jornal ou revista do Gestar, conforme escolha dos professores.

TP 6 Unidade 24 Tarde
Conteúdo: Literatura para adolescentes de Maria Antonieta Antunes " Leitura e processos de escrita II". Slide: Felicidade - mensagem. Levei vários livros de literatura infanto-juvenil,Revistas Veja, Escola, Pátio, Construrir etc, formando um Canto da Leitura. a música Meninos de Rua com Petrúcio Amorim, várias poesias: Soneto de Fidelidade de Vinícius,O bicho de Manuel bandeira, Meu Sonho de Cecília Meireles, A rosa de Hiroxima de Vinícius, A estrela de Bandeira, Amor é fogo que arde de Camões. Cantaram e declamaram as poesias, em seguida fui solicitando que dessem as suas interpretações,mostrar o que tem haver uma poesia com a outra, o que o autor argumenta, tentar apontar alguma intertextualidade de um texto com outro. Slide: Chorinho Brasileiro - intertextualidade. Atividade individual. Lembrar as experiências com leitura de textos variados, responder 10 pergunatas. Abordagem e entendimento do que seja um texto literário e não-literário. Revisar a carta para o professor Dioney. Iniciar a edição do Jornal Gestar II, em fase de rascunho.

Grata. Lourdinha







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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Quem são os atores do GESTAR?

O Gestar é um programa que está se concretizando porque conta com uma equipe integrada e que partilha dos mesmos propósitos. A começar pel Ministro da Educação e seus cooperadores no MEC. Como parceira, a UnB, coloca a serviço da formação continuada sua equipe de formadores e gestores. Embora se complementem, e todas contribuam para o êxito do programa, cada área tem a sua especificidade.

O Prof Dioney Moreira Gomes é o Coordenador Nacional do GESTAR de Língua Portuguesa, responsável pela parte pedagógica desse programa.
Exerce sua função com seriedade e ética. E o que mais importante: incentiva e valoriza o trabalho do formador.
Às vezes o trabalho dele é confundido com as questões administrativas que não é a esfera de competência dele, por isso, muitas mensagens que nos chegam nesse sentido são repassadas àqueles que podem esclarecer as questões colocadas, no seu âmbito de atuação e não a ele.
Assim sendo, é necessário lançarmos nosso olhar para as questões pertinentes ao sucesso do GESTAR em seu objetivo: chegar ao aluno e transformar os rumos da educação, destacando a autonomia de seus agentes nesse processo. Nesse aspecto temos total apoio do nosso coordenador.
Contudo, sabemos que o objetivo só será alcançado com o trabalho dos formadores locais e dos professores cursistas.
Nosso agradecimento ao apoio do Professor Dioney, que tem dado todo o suporte pedagógico necessário à consecução de nossa tarefa e nosso agradecimento a cada formador que tem desempenhado seu papel de educador com criatividade e sensibilidade.

Meu afeto,
Rosa Maria

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Meus Queridos

Vejam as palavras da professora Aya sobre o trabalho dos formadores.
Leiam e sintam a importância do papel de vocês no GESTAR.
Meu abraço,
Rosa

GRANDES CONQUISTAS

GRANDES CONQUISTAS


Olá Giuvana,

Tenho acompanhado atentamente os seus relatos e estou feliz com os resultados. Isso me tranquiliza porque confirma que o Gestar está acontecendo da forma como deve ser, na e pela autonomia de formadores, cursistas e alunos. Isso reflete na participação, no entusiasmo, no dinamismo e na alegria de partilhar saberes que andavam sumidos do ambiente escolar.
É isso mesmo, minha querida formadora, saber que vocês estão caminhando com alegria e com autonomia em seus municípios, extrapolando o que vimos na semana de formação inicial e permitindo que a criatividade e a criticidade se sobreponham às sugestões dos TPs é sinal de que toda a riqueza de material apresentada por esses cadernos, com as atividades suplementares das formações não estão sendo entendidas como mais um tipo de livro didático a ser seguido rigorosamente de forma linear. Isso é gestar a educação, é fazer o novo a cada dia, é não se limitar pelas escolhas pedagógicas do sistema engessado. Gestar a autonomia, gestar a criatividade, gestar as inúmeras possibilidades do trabalho com a linguagem que acontece a cada momento, e que não está amarrada nos compêndios didáticos, é mudar a educação.
Estou feliz, e o entusiasmo de vocês em SC me contagia a cada vez que abro a caixa de mensagens e recebo as informações que vêm daí.
Esse colorido do qual você fala, refletido também no depoimento dos cursistas é fruto de seu trabalho, de sua dedicação tanto na semana presencial quanto no desenvolvimento do seu plano com os cursistas e nos prova que o Gestar não acontece no MEC e na UNB de forma burocrática, mas é no microcosmos da sala de aula, com os atores mais importantes desse ato: professor e aluno. E essa cadeia que se inicia com a elaboração das políticas educacionais para o ensino de Língua Materna, no MEC, com a implantação, desenvolvimento e acompanhamento do programa, na UNB, só terá êxito se de fato for implementada e vivenciada no universo mágico que é a sala de aula. È lá que o Gestar acontece. Parabéns a todos vocês.

Um grande abraço,

Aya

terça-feira, 7 de julho de 2009

GESTAR " Educadores em ação"

Registrando momentos GESTAR

Professores cursistas




Professores cursistas

VI Encontro do Gestar II

VI Encontro do Gestar II

Conforme exigência relatamos os acontecimentos vivenciados no Encontro Gestar II ma disciplina de Língua Portuguesa, que ocorreu em 07 de junho de 2009, no Educandário Municipal Torquato Soares - Ensino Fundamental II com uma carga horária de 8 horas.

O objetivo do encontro foi conhecer a amplitude e o papel do conhecimento prévio na leitura identificando a estrutura do texto para atingir o objetivo de ler para aprender.

Foi feita discussão teórica dos processos de leitura. Em seguida foi realizada a dinâmica do repolho com questões sobre o tema teórico (coerência, coesão, intencionalidade, informatividade, intertextualidade).

Os cursistas responderam atividades di AAA4 e foram trabalhadas das páginas.47 a 49(texto, vocabulário, reescritos com o uso de sinônimos.)

Foi retomada a leitura das imagens do último encontro e foi lido o texto Nossas Cidades do TP4 pág. 76 e 77. Relacionaram trechos de parágrafos, palavras imagens expostas no painel e fizeram comentários, após audição da música: Aquarela Brasileira.

Os cursistas discutiram a respeito dos aspectos geográficos e culturais das cidades brasileiras e socializaram os conteúdos em foco: conhecimentos prévios, tipos de leitura e etc.

Dando sequência houve oficina do AAA4 e foi entregue avaliação e relatório da oficina vivenciada.

Então despedimo-nos e o mesmo foi encerrado.



Ezenilda Bezerra de Almeida

V Encontro do Gestar II

V Encontro do Gestar II

Conforme exigências relatamos os acontecimentos observados no Encontro do Gestar II na disciplina de Língua Portuguesa, que ocorreu em 06 de junho de 2009, no Educandário Municipal Torquato Soares- Ensino Fundamental II com uma carga horária de 8 horas.

O objetivo do encontro foi reconhecer texto e leitor como criadores de significado relacionando objetivos com diferentes textos.

No primeiro momento, foi entregue a pauta do dia, em seguida foi feita a leitura reflexiva do texto: Tarefas da educação (Rubem Alves) e tecido comentários sobre o mesmo. Foram formadas equipes para estudo: Fundamentação teórica: A compreensão leitora professora Márcia Bortone, comentários sobre o texto.

Foi trabalhada a apresentação dos objetivos das Unidades 13 e 14 do TP4 e feita a reflexão sobre a temática página 13 a 15 o TP em estudo.

Os cursistas apresentaram através de seminários das sessões trabalhadas nas unidades 13 e 14. Logo após os professores fizeram suas colocações explicando como iriam aplicar em sala de aula.Dando continuidade foram observadas imagens, gravuras de cidades e feitos comentários das mesmas. Logo após houve uma discussão teórica dos processos de leitura;

Na sequencia houve manuseio do material Gestar II: TP4 (caderno de Teoria e Prática).

Por fim foi feita a despedida e o encontro foi encerrado.

Relatório

IV Encontro do Gestar II

Relatório

Aos 23 de maio de 2009, das 8:00 às 14:00 horas, reuniram-se no Educandário Municipal Torquato Soares no município de Iati os cursistas desta escola para o quarto encontro do Gestar II de Língua Portuguesa, com a formadora Ezenilda Bezerra de Almeida, tendo como objetivo identificar as diferenças e semelhanças na organização de textos utilizadas em diversos contextos de uso linguístico e gênero textual buscando aprimorar a prática pedagógica, bem como identificar a heterogeneidade entre diferentes tipos textuais.

No primeiro momento foi entregue a pauta do dia, em seguida foi feita a leitura reflexiva do texto: Gaiolas e Asas (Rubem Alves) e tecido comentários sobre o mesmo. Logo após os professores fizeram suas colocações sobre alguns pontos importantes das unidades em foco do TP3. Dando continuidade foram formadas equipes para o estudo de TP, Gêneros e tipo textuais, tendo como fundamentação teórica MsC Rita de Cácia Souza. Foram feitos comentários, discussões, questionamentos e retextualização do texto Um Novo José (Josias de Souza).

Na sequência houve oficina classificando tipos e gêneros textuais segundo Ana Maria Kaufman.

Os cursistas leram coletivamente o texto: Planejando sempre de Almir Sater e Renato Teixeira. Por fim foi feito Planejamento de TP3, gêneros e tipos textuais escolhendo os textos a serem vivenciados em cada série do ensino fundamental (5º,6º,7º e 8º ) e realizaram a avaliação do encontro, então despedimo-nos e o mesmo foi encerrado.





Ezenilda Bezerra de Almeida

Formador

Ezenilda Bezerra de Almeida

Relatório – Programa Gestão da Aprendizagem Escolar (Gestar II)

Conforme exigência, relatamos os acontecimentos ocorridos no Encontro do Gestar II na disciplina de Língua Portuguesa, que ocorreu em 25 de abril de 2009, no Educandário Municipal Torquato Soares – Ensino Fundamental II com uma carga horária de 8 horas.

O objetivo do encontro foi desenvolver e consolidar alguns conceitos e práticas através de reflexão sobre leitura e produção de textos.

Foram discutidas e planejadas atividades nas quais desenvolvem os Tps. Onde o primeiro conceito foi: o letramento, ensino a partir de textos, de onde decorre a importância da discussão do tema, mais abrangente do que a alfabetização, e em estreita relação com a cultura.

Os professores fizeram o planejamento de suas aulas e explicaram como fariam a metodologia a partir do estudo das unidades do TP4, explicando as atividades de leitura, interpretação e produção de textos visando a análise, caracterização e classificação dos gêneros textuais.

Foi realizado mais um encontro do qual participei como professor formador,

Ezenilda Bezerra de Almeida

Professor Formador

Marluze de Oliveira Ferro

GESTAR

Relatório-Programa Gestão da Aprendizagem Escolar

Aos 28 de março de 2009, os professores de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) da Escola Municipal Torquato Soares se reuniram para mais uma formação pedagógica incluindo discussões sobre questões prático-teóricas.

O Objetivo do encontro foi a elevação da performance dos docentes de Língua Portuguesa no que tange os descritores da Língua.

Foram trabalhados linguagem, texto, contexto sócio-cultural. A abordagem do texto na sua dimensão social e cultural levando a classificá-lo quanto ao gênero e foi o que estudaram nas unidades 9 e 10 do TP3. Onde os enfoques envolveram conceitos não muito familiares a nossa prática docente, mas que contribuem, dando sugestões de atividades para os alunos e auxiliando os docentes em seu trabalho visto que é a na sala de aula que se aprende que a aquisição de regras gramaticais dessa língua, a seção de regras gramaticais dessa língua, a se expressar por meio de diferentes gêneros textuais.

As aulas foram de natureza o mais dinâmica possível; foram feitas exposições diversas e debates sobre como aproveitar o conhecimento intuitivo, sistematizar e tornar consciente o uso dos diferentes gêneros textuais com os quais convivemos em diversos níveis das nossas práticas sociais.

Prepararam atividades que objetivam levar os alunos a reconhecer algumas características de gêneros textuais com os quais já convivem.

Esse encontro foi de relevante importância sendo realizado em parceria com a Secretaria de Educação e o PDE Gestar II, do qual participei como professor formador,

Ezenilda Bezerra de Almeida

Professor Formador

Relatório Ezenilda Bezerra de Almeida

Relatório – Programa Gestão da Aprendizagem Escolar (Gestar II)

Conforme exigências, relatamos os acontecimentos observados no Encontro do Gestar II, na disciplina de Língua Portuguesa, que ocorreu no dia 14 de março de 2009 no Educandário Municipal Torquato Soares – Ensino Fundamental II, com uma carga horária de 8 horas.

O objetivo do encontro foi aprimorar a prática pedagógica e profissional dos docentes de Língua Portuguesa, com a finalidade de construir uma proposta de trabalho que torne os alunos autônomos e cooperativos, críticos e criativos.

No encontro foi realizada a apresentação do programa (Gestar II) e trabalhados conceitos e funções de língua.

Foram feitas exposições do material e utilizados como recurso o “datashow” e o “retro-projetor”.

Este encontro foi realizado em parceria com a Secretária de Educação e Cultura e o PDE Gestar II.

Programa Gestão da Aprendizagem Escolar do qual participei como professor formador.

Ezenilda Bezerra de Almeida

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Relatório Marluze

Relatório- Programa Gestão da Aprendizagem Escolar Gestar II



Conforme exigências, relatamos acontecimentos ocorridos no primeiro Encontro do Gestar
II, que ocorreu no dia 14 de março de 2009 no Educandário Municipal Torquato Soares,com uma carga horária de 8 horas.
O objetivo do encontro foi contribuir para o aperfeiçoamento da autonomia do professor na sua prática pedagógica ,com a finalidade de construir uma proposta de trabalho com base
em habilidades e competências.
No primeiro momento, foi realizado a apresentação do programa , o recurso utilizado para a
exposição do material foi o "data show e retro- projetor".
Dando continuidade entregamos as matrizes de descritores e avaliações diagnósticas, foram
feitas colocações sobre os descritores e um estudo das avaliações diagnósticas enfatizando
a importância de trabalhar a proposta do Gestar e assim formar o aluno como alguém que
domina a língua e sabe utilizá-la na sociedade em que vive.
Este encontro foi realizado em parceria com a Secretária de Educação do Município e o PDE
Gestar II.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar do qual participei como coordenadora /formadora.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Relatórios Recebidos!

Relatório do 4º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP3 unidade 12, realizado em 29 de maio de 2009, no prédio do IBAMA, no município de Tamandaré-PE, formadora Gênair Vitor Silva de Ataide


Iniciamos o encontro distribuindo a pauta em seguida fizemos um momento reflexivo sobre as estratégias de leituras que consta nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa na p. 69. Retornamos as sequências tipológicas: Descritivas, narrativas, injuntivas, dissertativas e preditivas. Fizemos um breve comentário sobre o texto dissertativo e suas subclassificações expositivas e argumentativas, logo após apresentamos o jornal Mulher, do Sindicato dos Profissionais em Educação (SINTEPE) para identificarmos os gêneros textuais com suas sequências tipológicas, essa atividade foi realizada em grupo com apresentação dos professores cursistas. Dando continuidade lemos o texto: Cão atividade 12 do TP3 p.117 para identificarmos o tema do texto e as exposições de ideias, logo após fizemos uma grande discussão sobre as características da tipologia dissertativa, lemos as informações da p. 121, logo em seguida expomos para os cursistas o relacionamento entre gênero e tipo e afirmamos que se torna impossível separá-los. Voltamos a pauta os nossos objetivos: Relacionar sequências tipológicas à classificação de gênero; analisar sequências tipológicas em gêneros textuais; Reconhecer a transposição de um formato de gênero textual para outro. Continuando o encontro esclarecemos aos cursistas sobre a flexibilidade e a rigidez dos gêneros, passamos para a atividade um da inter relação entre gêneros e tipos textuais. Essa atividade foi realizada em grupos baseada nos textos de Carlos Drummond de Andrade, Cidadezinha Qualquer e Quadrilha, sugerimos aos cursistas que levassem para sala de aula e trabalhasse com os alunos abordando também a parte gramatical principalmente período composto por subordinação. Em seguida analisamos o gênero textual: Carta e identificamos as sequências tipológicas. Essa atividade foi realizada em círculo, prosseguindo os estudos passamos para a atividade seis p.159, lemos os dois textos, identificamos os gêneros textuais, o tema abordado discutiu sobre a linguagem e identificamos a informalidades presentes nos textos e em seguida respondemos a atividade, por ultimo abordamos a intertextualidade entre os gêneros textuais, pedimos aos professores que observasse o texto publicitário da p. 166 e logo realizamos a discussão a respeito dos gêneros que são propícios para a intextualidade que é o caso dos textos publicitários.

Relatórios Recebidos!


Relatório do 3º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP3 unidade 11, no município de Tamandaré-PE


Iniciamos o encontro distribuindo a pauta e dando as boas vindas aos professores cursistas, depois lemos o pensamento de Rubens Alves Educar é ensina a pensar fizemos uma reflexão sobre essa frase, para muitos professores do grupo a maioria dos alunos não gostam de pensar, por isso torna-se o nosso trabalho difícil e desgastante. Em seguida fizemos a socialização das lições de casa, onde os professores cursistas relataram sobre a aplicabilidade das atividades propostas pelo GESTAR II realizada na sala de aula. Ouvimos individualmente cada professor e registramos os avanços, obstáculos e sugerimos atividades para facilitar a aprendizagem dos alunos. A maioria dos professores cursistas realizarem atividade com gênero textual biografia incentivando seus alunos a observarem e lerem a biografia de Carlos Drummond de Andrade, em seguida mostrou-lhes outras biografias que tem no livro adotado e usado pela escola, logo após o professor escreveu na lousa sua própria biografia, chamando a atenção dos alunos para os verbos que deveriam estar na terceira pessoa e no tempo passado, depois pediu que eles escrevessem sua própria biografia ou de uma pessoa, muitos realizaram a atividade em grupo outros realizaram a atividade individual e outros professores relataram que seus alunos ficaram muito curiosos, perguntando: “só existe biografia de pessoas famosas?” “pode-se contar algum segredo nesse texto”? “esse texto deve ser escrito sempre em prosa?”. Aproximadamente 90℅ dos professores tiveram resultados satisfatórios. Apenas 10℅ precisaram refazer as atividades, propondo-lhes novas transposições didáticas, muitos alunos escreveram o texto na primeira pessoa, logo os professores precisaram trabalhar foco narrativo e sequência temporal, muitos cursistas relataram que arrumaram a sala em círculos para facilitar a aprendizagem dos alunos, outros aproveitaram os textos produzidos pelos alunos para trabalharem verbo. Em geral os professores cursistas afirmaram que precisam modificar seus planejamentos para inserir outros conteúdos relativos a gêneros textuais, a professora Vera trabalhou fábulas com seus alunos da modalidade EJA ela fez a motivação da leitura explorou as gravuras, realizou provocações e constatou que alguns alunos têm dificuldades de compreensão. Nós sugerimos que trabalhassem constantemente leitura com seus alunos, ela finalizou o trabalho com uma produção de uma fábula. A professora Vandercleide trabalhou o gênero literário música da linguagem oral, fez sua transposição didática, usando a estratégia de antecipação do tema, para deixar os alunos curiosos, leu dados sobre o autor, leitura da música, cântico da música, pesquisa no verbete no dicionário e finalizou com a interpretação do texto escrito. De forma geral os professores afirmam que o curso GESTAR II está ajudando a melhorar sua prática pedagógica em sala de aula. A seguir o relatório da professora cursista da Escola Luiz Bezerra de Mello e amostragem das atividades dos alunos.



Relatório do 3º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP3 unidade 11, no município de Tamandaré-PE


Iniciamos o encontro distribuindo a pauta e dando as boas vindas aos professores cursistas, depois lemos o pensamento de Rubens Alves Educar é ensina a pensar fizemos uma reflexão sobre essa frase, para muitos professores do grupo a maioria dos alunos não gostam de pensar, por isso torna-se o nosso trabalho difícil e desgastante. Em seguida fizemos a socialização das lições de casa, onde os professores cursistas relataram sobre a aplicabilidade das atividades propostas pelo GESTAR II realizada na sala de aula. Ouvimos individualmente cada professor e registramos os avanços, obstáculos e sugerimos atividades para facilitar a aprendizagem dos alunos. A maioria dos professores cursistas realizarem atividade com gênero textual biografia incentivando seus alunos a observarem e lerem a biografia de Carlos Drummond de Andrade, em seguida mostrou-lhes outras biografias que tem no livro adotado e usado pela escola, logo após o professor escreveu na lousa sua própria biografia, chamando a atenção dos alunos para os verbos que deveriam estar na terceira pessoa e no tempo passado, depois pediu que eles escrevessem sua própria biografia ou de uma pessoa, muitos realizaram a atividade em grupo outros realizaram a atividade individual e outros professores relataram que seus alunos ficaram muito curiosos, perguntando: “só existe biografia de pessoas famosas?” “pode-se contar algum segredo nesse texto”? “esse texto deve ser escrito sempre em prosa?”. Aproximadamente 90℅ dos professores tiveram resultados satisfatórios. Apenas 10℅ precisaram refazer as atividades, propondo-lhes novas transposições didáticas, muitos alunos escreveram o texto na primeira pessoa, logo os professores precisaram trabalhar foco narrativo e sequência temporal, muitos cursistas relataram que arrumaram a sala em círculos para facilitar a aprendizagem dos alunos, outros aproveitaram os textos produzidos pelos alunos para trabalharem verbo. Em geral os professores cursistas afirmaram que precisam modificar seus planejamentos para inserir outros conteúdos relativos a gêneros textuais, a professora Vera trabalhou fábulas com seus alunos da modalidade EJA ela fez a motivação da leitura explorou as gravuras, realizou provocações e constatou que alguns alunos têm dificuldades de compreensão. Nós sugerimos que trabalhassem constantemente leitura com seus alunos, ela finalizou o trabalho com uma produção de uma fábula. A professora Vandercleide trabalhou o gênero literário música da linguagem oral, fez sua transposição didática, usando a estratégia de antecipação do tema, para deixar os alunos curiosos, leu dados sobre o autor, leitura da música, cântico da música, pesquisa no verbete no dicionário e finalizou com a interpretação do texto escrito. De forma geral os professores afirmam que o curso GESTAR II está ajudando a melhorar sua prática pedagógica em sala de aula. A seguir o relatório da professora cursista da Escola Luiz Bezerra de Mello e amostragem das atividades dos alunos.


Relatório do 3º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP3 unidade 11, no município de Tamandaré-PE


Iniciamos o encontro distribuindo a pauta e dando as boas vindas aos professores cursistas, depois lemos o pensamento de Rubens Alves Educar é ensina a pensar fizemos uma reflexão sobre essa frase, para muitos professores do grupo a maioria dos alunos não gostam de pensar, por isso torna-se o nosso trabalho difícil e desgastante. Em seguida fizemos a socialização das lições de casa, onde os professores cursistas relataram sobre a aplicabilidade das atividades propostas pelo GESTAR II realizada na sala de aula. Ouvimos individualmente cada professor e registramos os avanços, obstáculos e sugerimos atividades para facilitar a aprendizagem dos alunos. A maioria dos professores cursistas realizarem atividade com gênero textual biografia incentivando seus alunos a observarem e lerem a biografia de Carlos Drummond de Andrade, em seguida mostrou-lhes outras biografias que tem no livro adotado e usado pela escola, logo após o professor escreveu na lousa sua própria biografia, chamando a atenção dos alunos para os verbos que deveriam estar na terceira pessoa e no tempo passado, depois pediu que eles escrevessem sua própria biografia ou de uma pessoa, muitos realizaram a atividade em grupo outros realizaram a atividade individual e outros professores relataram que seus alunos ficaram muito curiosos, perguntando: “só existe biografia de pessoas famosas?” “pode-se contar algum segredo nesse texto”? “esse texto deve ser escrito sempre em prosa?”. Aproximadamente 90℅ dos professores tiveram resultados satisfatórios. Apenas 10℅ precisaram refazer as atividades, propondo-lhes novas transposições didáticas, muitos alunos escreveram o texto na primeira pessoa, logo os professores precisaram trabalhar foco narrativo e sequência temporal, muitos cursistas relataram que arrumaram a sala em círculos para facilitar a aprendizagem dos alunos, outros aproveitaram os textos produzidos pelos alunos para trabalharem verbo. Em geral os professores cursistas afirmaram que precisam modificar seus planejamentos para inserir outros conteúdos relativos a gêneros textuais, a professora Vera trabalhou fábulas com seus alunos da modalidade EJA ela fez a motivação da leitura explorou as gravuras, realizou provocações e constatou que alguns alunos têm dificuldades de compreensão. Nós sugerimos que trabalhassem constantemente leitura com seus alunos, ela finalizou o trabalho com uma produção de uma fábula. A professora Vandercleide trabalhou o gênero literário música da linguagem oral, fez sua transposição didática, usando a estratégia de antecipação do tema, para deixar os alunos curiosos, leu dados sobre o autor, leitura da música, cântico da música, pesquisa no verbete no dicionário e finalizou com a interpretação do texto escrito. De forma geral os professores afirmam que o curso GESTAR II está ajudando a melhorar sua prática pedagógica em sala de aula. A seguir o relatório da professora cursista da Escola Luiz Bezerra de Mello e amostragem das atividades dos alunos.

Relatórios Recebidos!

Relatório do 2º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP3 unidade 10, realizado em 05 de maio de 2009, no prédio do IBAMA, no município de Tamandaré-PE, formadora Gênair Vitor Silva de Ataide

Iniciamos o nosso encontro distribuindo a pauta para os professores cursistas em seguida fizemos uma reflexão sobre leitura. O trecho foi retirado dos Parâmetros Curriculares Nacionais p. 69, após a discussão dos professores foi abordado o tema do encontro: Trabalhando com gêneros textuais onde realizamos uma leitura compartilhada da carta da professora Maria Luiza Monteiro Sales Coroa, a cada parágrafo que um professor lia parávamos e discutíamos, vimos que os gêneros e os tipos textuais já vinham há algum tempo sendo discutidos. A implantação dos Parâmetros Curriculares Nacionais trouxe essa preocupação para o ensino básico. Isso porque os parâmetros propõem o texto como unidade básica do trabalho com o ensino de Língua Portuguesa e os gêneros não se desvinculam dos textos. Apresentamos os nossos objetivos do encontro: Distinguir as características do gênero literário e do gênero não literário; caracterizar gênero poético de acordo com a função estética da linguagem; caracterizar uma das formas de realização do gênero poético: O cordel. Em seguida a professora leu o poema: José, de Carlos Drummond de Andrade, pois realizamos uma grande discussão privilegiando a estrutura poética dos poemas. Dando continuidade lemos o texto: Lavadeiras de Moçoró e comparamos com o texto de Drummond, sabendo-se que ambos são literários. Ainda foi distribuído para os cursistas material de apoio sobre contos, crônicas, romance, novelas para facilitar o trabalho com a estrutura textual; nesse momento abordamos sobre suporte, demos vários exemplos e pedimos aos professores que trabalhem em sala de aula esse assunto, porque será exigido na prova Brasil dos alunos da 8ª série. Dando continuidade dividimos a turma em dois grupos, um dos grupos trabalhou o texto: O operário em construção de Vinícius de Moraes e outro trabalharam o texto: Construção de Chico Buarque. Além das atividades propostas pelo TP3, os professores fizeram inferências, comparações e sugeriram atividades a fim de que pudéssemos trabalhar com os alunos e por ultimo estudamos a subclassificação do gênero poético: O cordel, tipicamente da nossa região do nosso estado onde alguns professores têm afinidade de trabalhar com esse gênero, em grupo lemos o texto: Justiça do Trabalho – Uma Justiça Popular de Antônio Klévisson Viana. Discutimos a facilidade que esse gênero traz para se trabalhar com textos poéticos abordando temas locais, regionais e nacionais. Realizamos oficinas em grupos com gênero: Cordel. Finalizando o encontro foi passada a lição de casa: TP3 p. 185.

Relatórios Recebidos!

1º encontro do GESTAR II de Língua Portuguesa, TP3 Unidade 9, realizado em 28 de abril de 2009, no prédio do IBAMA, no município de Tamandaré-PE, formadora Gênair Vitor Silva de Ataide

Iniciamos as atividades com a presença da diretora de ensino, dando as boas vindas e incentivando os professores cursistas, falou sobre a importância do curso na prática pedagógica do professor para uma melhor transposição didática e fez menção ao resultado do IDEB do município. Depois apresentamos a pauta das atividades e distribuímos os kits, logo fizemos um breve comentário sobre a estrutura da obra dando ênfase ao guia geral que é o nosso contrato didático. Iniciamos os estudos pelo TP3, onde abordamos o tema: Gêneros textuais do intuitivo aos sistematizado, no qual comentamos sofre os gêneros textuais como e por que devemos trabalhar em sala de aula, realizamos uma discussão afirmando que eles foram citados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais. Daí todo professor deve trabalhar em suas aulas, porque não falamos ou escrevemos palavras soltas, nós nos comunicamos por texto, por isso a grande necessidade de se trabalhar os gêneros textuais na escola. Em seguida lemos a carta da professora Maria Luiza Monteiro Sales Coroa. Após a leitura surgiram vários comentários sobre os gêneros textuais e como à escola cabe aproveitar esse conhecimento intuitivo sistematizar e tornar consciente o uso dos diferentes gêneros textuais com os quais convivemos nos diversos níveis das nossas práticas sociais. Em seguida mostramos para os cursistas cinco figuras para leitura de imagem, afim de que eles descobrissem o tema do texto, após esse momento discutimos sobre o que é texto logo lemos e mostramos três textos de gêneros diferentes. Em seguida fizemos estudos em grupos com discussão sobre os conhecimentos prévios de leitura que deverão ser explorados pelo professor para facilitar na compreensão do texto. Ainda em grupo realizamos oficinas sobre as competências sóciocomunicativas, os professores divididos em grupos produziram com o mesmo tema diversos gêneros textuais, logo após apresentaram para o grande grupo. Ao final desse momento discutimos sobre a finalidade e uso dos gêneros na sociedade, bem como o surgimento e desaparecimento deles, dependendo do fator social e cultural. Prosseguindo o encontro estudamos a classificação dos gêneros textuais, vimos que um tema pode se apresentar em mais de um gênero logo realizamos a ultima oficina do encontro transformando um gênero em outro gênero diferente. Finalizamos o encontro solicitando aos professores cursistas que lessem o texto: gêneros textuais: definição e funcionalidade do professor Luiz Antônio Marcurchi e elaborassem uma síntese que irá fazer parte do portifólio.

Relatórios Recebidos!

Relatório da aula introdutória do GESTAR II de Língua Portuguesa, realizada em 10 de março de 2009, no salão da Secretaria de Educação no município de Tamandaré-PE formadora Gênair Vitor Silva de Ataide

O encontro teve início às 14 horas com a presença dos professores de Língua Portuguesa e de Matemática da rede municipal de ensino; os coordenadores das escolas municipais, pessoal da equipe técnica pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, os diretores das escolas, as formadoras do GESTAR II, e a coordenadora da formação continuada em serviço. A abertura do encontro foi feita pela Senhora Secretária de Educação do Município Dona Fernanda Moraes onde falou da importância da formação para os profissionais de educação das áreas de Língua Portuguesa e Matemática, do termo de adesão do município e ressaltou o resultado do IDEB conscientizando todos para a melhoria do ensino aprendizagem do nosso município disse ainda que o município irá oferecer transportes para os professores do distrito e os diretores iria organizar os horários a fim de que todos pudessem participar da formação continuada em serviço. Nessa ocasião afirmou que o curso iria funcionar uma vez por semana com quatro horas de duração, em seguida apresentou a equipe do GESTAR II e passou a palavra para mim. Fiz uso da palavra cumprimentando a todos e chamando a atenção dos colegas para a formação continuada em serviço dizendo que seria uma grande oportunidade de nós atualizarmos nossos conhecimentos para que pudéssemos melhorar a qualidade do ensino oferecido pelo município e consequentemente melhorar o IDEB, que os cursos em serviço já estavam previsto desde os Parâmetros Curriculares Nacionais e que gostaria de contar com a sensibilidade de todos nesse novo desafio. Através do data show mostrei a caracterização do GESTAR II dizendo que é um programa de formação continuada semipresencial orientado para a formação de professores de Língua Portuguesa e Matemática, objetivando a melhoria do processo de ensino aprendizagem. O fogo do programa é a atualização dos saberes profissionais por meio de subsídios e do acompanhamento da ação do professor no próprio local de trabalho e tem como base os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa e Matemática dos alunos de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental; a finalidade do programa é elevar a competência dos professores e de seus alunos e, consequentemente, melhorar a capacidade de compreensão e intervenção sobre a realidade sociocultural. Falamos da modalidade do programa que é semipresencial no qual os encontros presenciais para realização de atividades como: Troca de experiências e reflexão individual e em grupos; esclarecimentos de dúvidas e questionamentos; planejamento e elaboração de situações didáticas, analise crítica da prática em sala de aula e de atividades dos alunos, abordei também as ações integrantes do GESTAR II, são: Formação continuada em serviço para professores e formadores dentro das ações estão atividades individuais a distância para os professores cursistas, kit que é o material para os estudos teóricos e práticos; oficinas coletivas, plantão pedagógico e o acompanhamento pedagógico que essa atividade deve incluir a participação do observador, se requisitado pelo professor. Portanto não teve ser uma observação passiva, mas sim ativa e interativa, na qual o observador apoia o professor, citei também o sistema de avaliação do GESTAR II, para os alunos, diagnóstica e para os professores seria formativa, abordei também os fundamentos da proposta pedagógica do GESTAR II que tem consonância com a proposta pedagógica local, como: Ensino aprendizagem; relação professor-aluno; papel do professor; sala de aula: Espaço educativo; avaliação; concepção de competência; relação entre comunidade e escola no papel educacional e finalmente apresentei o objetivo geral e as competências do GESTAR II nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Facultei a palavra, a representante dos professores indagou sobre o corpo teórico que compõe o curso. Citei: Marcuschi, Magda Soares, Koch, Bakhtin entre outros. Citei também os direitos e deveres dos cursistas para certificação. Nesse dia foi realizado as inscrições dos professores e eu distribui o texto para elaboração do memorial. Os professores presentes assinaram a ata de presença que se encontra arquivados na Secretaria Municipal de Educação.

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